sábado, 12 de dezembro de 2009

Matando o censor

É a primeira vez? Não. Sou quase uma profissional. Já matei várias vezes. E quer saber? Não me canso. É divertido. Um ato de liberdade. entende? Por cinco minutos me sento aqui em frente ao computador, a essa tela grande e luminosa e mato. Assassino. Simples assim. Como pão com manteiga no café da manhã. Cheiro bom. Lugar bom. sensação boa. E não importam o que digam, matarei quantas vezes forem necessárias. Sem dor na consciência. bem, pelo menos enquanto mato. depois, quando volto ao local do crime, aí... aí até confesso que uma vez ou outra sinto remorso, arrependimento. Mas o crime está feito. Está escancarado. Ainda mais pra quem quiser ver. e não vou dizer que não é violento o negócio. Ah, é... tem sangue, tem suor, tem dor, etc. Aquelas coisas. Mas a polícia, se é que ela faz parte disso. e certamente deve fazer, vem do mesmo lugar, da mesma mãe. A polícia sou eu. Uhu! Então, tá liberado!!!
Matando o censor durante, primeiramente, cinco minutos. Que delícia!

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